fria, distante.
E nela se vai a tristeza, toda a dor ... que foi, a tal saudade."
" Do que adianta, isso, aquilo ou o outro?
Sentimento não tem culpa.
Culpa temos nós de maltratá-lo"
" Cansado ele ia, de volta pro seu lar.
Distante de tudo e todos.
Andava e pedia, nada mais do que devia.
Vivia um dia após o outro.
De dor e agonia"
"Tempo que não passa.
Saudade que não se cala.
Medo que aflige ... de certa forma o meu eu"
"Era uma questão primordial;
Estava ele na sarjeta, não vivia de esmolas.
Não vivia de sonhos.
Era um ser completamente amargurado, seco, ríspido.
Sobreviveu a dor.
Bebe da constante vida."

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